Constirpação Intestinal: Como prevenir e tratar
A constipação
intestinal – prisão de ventre ou
intestino preso, como é denominado comumente,
caracteriza-se pela diminuição da
freqüência das evacuações,
associadas à dificuldade para eliminar
as fezes que geralmente estão ressecadas
e endurecidas. Essa consistência da massa
fecal dificulta a sua eliminação
pelo canal anal, provocando dores anais e sangramentos
eventuais além da formação
exagerada de gases intestinais e outras patologias
anoretais como fissuras e hemorróidas.
A constipação intestinal em geral
se deve ao conteúdo reduzido de fezes por
falta de ingestão de fibras alimentares
e pela excessiva permanência do conteúdo
fecal no intestino grosso.
A pessoa que sofre de constipação
refere um grande esforço ao evacuar às
vezes uma sensação de evacuação
“insatisfatória ou incompleta”.
É comum os constipados ficarem dias e até
semanas sem evacuar, podendo ocorrer à
formação de grande fecaloma (massa
de fezes grande, dura e imóvel, que o paciente
não consegue eliminar sozinho).
As conseqüências significativas da
constipação intestinal que levam
as pessoas a procurarem a assistência médica
coloproctologia vão desde causas benignas
como diverticulose, hemorróidas, fissuras
anais, até causas malignas como câncer
do intestino grosso-câncer do cólon
ou reto (devido ao contato freqüente e prolongado
de substâncias cancerígenas encontradas
nas fezes com as paredes do intestino grosso,
além da alteração da flora
intestinal).
A prevenção da constipação
intestinal é simples, através da
ingestão de bastante líquidos e
alimentos ricos em fibras.
O tratamento deverá
ser realizado sob supervisão médica,
pois o especialista coloproctologista saberá
afastar outras causas menos freqüentes de
constipação e assim efetuar um programa
orientado de redução do funcionamento
intestinal.
Texto
escrito pelo Dr. Elias Couto Almeida Filho (CRM-DF
6523) e publicado no Jornal das Organizações
Sociais.